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Notícias

16:35 | Família confirma mais uma vítima fatal do incêndio no Hospital Badim

Filha disse que mãe foi a última a ser resgatada do CTI no dia do incêndio
Filha disse que mãe foi a última a ser resgatada do CTI no dia do incêndio Record TV

A família confirmou, neste sábado (18), a morte de Marlene Nunes de Souza Petrolla, de 83 anos. A idosa estava internada no Hospital Israelita desde o incêndio no Hospital Badim, zona norte do Rio de Janeiro, em setembro de 2019. Ela é 23ª vítima fatal da tragédia. 

Segundo a filha, Renata Petrolla, a idosa, que tratava uma pneumonia, foi a última paciente a ser retirada do CTI B (Centro de Tratamento Intensivo) no dia do incêndio.

Em entrevista à Record TV, Renata disse ainda que a mãe morreu em decorrência de complicações por inalação de fumaça tóxica:

"Minha mãe ficou um mês no CTI lutando pela vida, com as vias aéreas queimadas. Depois foi para o quarto, mas ficou sem andar. Ela fez, no dia 9, quatro meses internada. Conseguimos uma liminar no Plantão Judiciário para ela ser transferida para casa com suporte de Home Care, mas ela não recebeu alta. E a liminar foi embargada. O advogado do Hospital Badim não nos procurou. E minha mãe teve uma piora, pegou uma nova pneumonia no hospital. Ela ficou 10 dias no CTI, onde evoluiu para infecção generalizada. Ela faleceu hoje, às 5h25".

Procurado pelo R7 via e-mail, o Hospital Badim informou que "os familiares da paciente entraram com recurso judicial para que a mesma fosse acompanhada por um serviço de home care custeado pelo hospital. Esse pedido, inicialmente, foi acatado pelo Tribunal de Justiça, que reformou sua decisão porque a paciente não possuía condições de alta devido ao seu quadro clínico de saúde".

O hospital afirmou também que o corpo da paciente foi encaminhado ao IML (Instituto Médico-Legal) e que aguarda o resultado do laudo da necrópsia para identificar se houve correlação com o incêndio.

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14:48 | Filha quer ter acesso a imagens após mulher pular de ônibus em assalto

Filha cobrou explicações sobre morte de Tânia Mota
Filha cobrou explicações sobre morte de Tânia Mota Record TV

A família da costureira Tânia Conceição Mota, que morreu após pular de um ônibus durante um assalto em Tomás Coelho, na zona norte do Rio de Janeiro, cobrou, neste sábado (18), a divulgação das imagens de câmeras de segurança do coletivo para que o crime possa ser esclarecido.

Em entrevista à Record TV, a filha da vítima, Glaucia Mota, disse não saber se a mãe desceu do coletivo em movimento por medo de ser atingida por disparos.

"Até agora ninguém me procurou para falar sobre como tudo aconteceu. Como vou pegar a imagem do que aconteceu? Eu não tenho nada. Só tenho a perda da minha mãe".

Informações iniciais apontavam que Tânia e outras quatro vítimas haviam sido obrigadas a pular do ônibus por dois criminosos armados que assaltaram o ônibus da linha 298 (Acari x Castelo) na noite de sexta-feira (17).

Tânia trabalhava como costureira
Tânia trabalhava como costureira Reprodução

Na queda, Tânia bateu com a cabeça na calçada. Ela chegou a ser levada ao Hospital Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu. Segundo a família, a vítima teve traumatismo craniano.

Tânia Conceição Mota trabalhava como costureira no barracão da escola de samba Unidos da Tijuca e voltava do serviço quando foi abordada pelos criminosos.

A Polícia Civil confirmou que o caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte) na 44ª DP (Inhaúma). No entanto, a investigação vai ficar sob a responsabilidade da DH Capital.

Em nota, a Viação Pavunense lamentou o episódio de violência e disse que registrou o caso na delegacia. No entanto, a empresa não informou se já entregou as imagens de câmera de segurança à polícia.

Outras quatro vítimas feridas durante a ação criminosa receberam atendimento e já foram liberadas, segundo a SMS (Secretaria Municipal de Saúde).

A PM informou que fez buscas na região pelos assaltantes. Até o momento, ninguém foi preso.

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14:00 | MP-RJ quer obrigar Cedae a publicar laudos sobre qualidade de água

Água da Cedae é alvo de reclamação de consumidores
Água da Cedae é alvo de reclamação de consumidores Reprodução

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) entrou com petição na Justiça para determinar que a Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) divulgue mais de 70 laudos que comprovariam a qualidade da água disponibilizada à população do Rio de Janeiro.

Biólogo explica nota técnica da UFRJ sobre a água no Rio de Janeiro

Desde o início do ano a Cedae vem recebendo reclamações sobre a cor, o cheiro e o gosto da água que sai da torneira em diversos bairros, inclusive com registro de pessoas que teriam passado mal após ingestão da água fornecida pela companhia. Dois executivos já foram demitidos por causa da crise instalada na empresa.

Segundo o MPRJ, a Cedae publicou laudos em seu site, após ser questionada pelo órgão, mas que não cumprem o que foi requerido na recomendação do Gaema/MPRJ (Grupo de Atuação do Estado do Rio de Janeiro), que acompanha o problema.

"A medida é necessária para comprovar o adequado monitoramento e avaliação da potabilidade da água distribuída aos consumidores", disse o MPRJ em nota, ressaltando que é necessária a publicação de todas as medições e análises laboratoriais na saída da Estação de Tratamento de Água do rio Guandu e em todos os pontos de coleta ao longo da rede de distribuição nos últimos quatro anos.

A Cedae também terá que apresentar um plano de ação de monitoramento e avaliação da potabilidade da água a ser fornecida aos consumidores, bem como verificação da rede de distribuição e comunicação das informações obtidas aos órgãos ambientais e de saúde pública.

"A empresa deve ainda adotar as medidas necessárias para sanar toda e qualquer inconformidade encontrada nas amostras de água e que comprometam a qualidade a mesma para consumo humano e doméstico", informou o MPRJ.

A privatização da Cedae foi incluída no pacto de recuperação fiscal do Rio de Janeiro com a União, depois que o Estado entrou em uma crise financeira profunda. O governador Wilson Witzel porém já se mostrou contrário à ideia, pelo menos no curto prazo mas estuda a possibilidade de fazer uma concessão do serviço.

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11:35 | Dica cultural: show do cantor Belo e gravação de DVD do grupo Vou pro Sereno são os destaques do feriadão

Dica cultural: show do cantor Belo e gravação de DVD do grupo Vou pro Sereno são os destaques do feriadão

Show de graça do Belo, no Engenho de Dentro, zona norte do Rio, e apresentação do cantor Bruno Simões, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, são as principais atrações de sábado (18). Para o feriado de segunda-feira (20), a dica é curtir a gravação de DVD do grupo "Vou pro Sereno" na quadra da Mocidade, em Padre Miguel, na zona oeste.

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10:40 | Mulher morre ao pular de coletivo durante assalto no Rio

Tânia trabalhava como costureira
Tânia trabalhava como costureira Reprodução

Uma mulher morreu e outras quatro ficaram feridas após pularem de um coletivo em movimento durante um assalto em Tomás Coelho, na zona norte do Rio de Janeiro, na noite de sexta-feira (17).

Testemunhas disseram que dois homens armados entraram no ônibus da linha 298 (Acari x Castelo), na rua Moacir de Almeida, próximo à estação de trem, para roubar passageiros.

Cinco mulheres teriam sido obrigadas a pular do coletivo em movimento durante o assalto. Na queda, Tânia da Conceição Mota bateu com a cabeça na calçada. Ela chegou a ser socorrida ao Hospital Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu.

De acordo com familiares, Tânia, que trabalhava como costureira no barracão da escola de Samba Unidos da Tijuca, voltava do serviço quando foi abordada pelos criminosos.

Outras quatro vítimas foram socorridas para a mesma unidade hospitalar. Noir Borges, Marileide Ferreira de Carvalho, Luciana Maria do Nascimento e Ana Cristina Nunes França receberam atendimento e já foram liberadas, segundo a SMS (Secretaria Municipal de Saúde).

A Polícia Militar informou que fez buscas na região para prender os assaltantes. Até o momento, ninguém foi preso.

Em nota, a Viação Pavunense lamentou o episódio de violência e informou que vai registrar o caso na delegacia da região. A empresa esclareceu ainda que motorista foi rendido e que ele precisou se limitar à condução do veículo até que os bandidos desembarcassem.

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10:09 | Delator diz que pagou R$ 205 mil para ex-subsecretário do Rio

Romero foi preso pela PF nesta quinta-feira (16)
Romero foi preso pela PF nesta quinta-feira (16) Sergio Moraes/Reuters

O operador da Cruz Vermelha Daniel Gomes, delator da Operação Calvário/Juízo Final, afirmou que pagou R$ 205 mil para que o ex-subsecretário da Saúde do Rio, César Romero não o delatasse ao Ministério Público Federal.

Leia mais: Ex-subsecretário  fura acordo de delação e é preso 

O relato de que Romero teria omitido e modificado versões sobre os fatos narrados em seus depoimentos no âmbito da Operação Fatura Exposta - investigação sobre desvios milionários da Saúde do governo Sérgio Cabral - levou o juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Criminal Federal do Rio, a decretar a prisão preventiva do ex-subsecretário. Nesta quinta (16), Romero foi preso pela PF.

Em sua decisão, Bretas levou em conta o depoimento de Daniel Gomes, investigado por envolvimento em esquema sobre desvios de R$ 134,2 milhões em recursos da Saúde e da Educação na Paraíba - em dezembro, o ex-governador paraibano Ricardo Coutinho chegou a ser preso, como principal alvo da Operação Calvário/Juízo Final.

Segundo o despacho de Bretas, o operador da Cruz Vermelha relatou que foi procurado por Romero durante o período em que o ex-subsecretário negociava sua delação, para conversar sobre 'detalhes apresentados à Procuradoria'.

O delator da Calvário/Juízo Final apontou que Romero também teria procurado outros investigados para 'combinar as versões a serem apresentadas'.

Romero, como se apresentava, foi delator da Operação Fatura Exposta, desdobramento da Lava Jato que investigou um esquema de corrupção na Secretaria Estadual de Saúde durante a gestão do então chefe da Pasta, Sérgio Côrtes (2007-2013), amigo do ex-governador Sérgio Cabral, que está preso e condenado a mais de 266 anos de reclusão na Operação Lava Jato.

A Fatura Exposta foi deflagrada em abril de 2017 e levou à prisão de Côrtes e dos empresários Miguel Iskin e Gustavo Estellita, sócios de uma fornecedora de materiais hospitalares.

Daniel afirmou ter realizado cinco pagamentos ao ex-subsecretario, todos de R$ 50 mil, entre fevereiro e julho de 2017. Depois disso, em reunião, César Romero confirmou não ter informado a Procuradoria sobre fatos relativos ao operador da Cruz Vermelha.

"Essa conversa me mostrou que Cesar estava querendo demonstrar que estava honrando os pagamentos que eu fiz, me deixando de fora da sua delação", disse Daniel em depoimento.

Em outro momento, após Cesar Romero assinar o acordo de delação premiada na 'Fatura Exposta', o ex-subsecretário teria dito a Daniel que por ter sido suspenso na OAB e impedido de trabalhar, estava pensando em alugar um haras em Itaipava por um ano para passar o período de prisão domiciliar.

O ex-subsecretário disse ao delator da Calvário que a mudança custaria cerca R$ 120 mil - 'que deveriam ser pagos adiantadamente'. "Nesse momento ele me pediu que fizesse esse pagamento preferencialmente em dinheiro e confirmou, mais uma vez, que me inocentou em sua delação", afirmou Daniel aos investigadores.

O nome de Romero é ainda citado na colaboração de Michelle Louzada, que era secretária de Daniel.

Segundo ela, o ex-subsecretário do Rio teria vazado, em 2010, a informação de que a empresa de Daniel Gomes seria alvo de buscas e apreensões. Ela, então, teria ido de madrugada à empresa de Gomes para retirar documentos que incriminassem o empresário.

Com base nos relatos de Daniel Gomes, o juiz Marcelo Bretas considerou que Romero conduziu seu acordo com o Ministério Público Federal 'de forma dolosa e com má-fé, buscando, tão somente, se beneficiar nos procedimentos judiciais, manejando o Órgão ministerial e o Poder Judiciário para obtenção de benefícios ilícitos'.

Segundo o magistrado, os fatos apontados pela Procuradoria indicam não só a quebra do acordo, mas também a prática do crime de obstrução à justiça.

Bretas indicou que, aparentemente, o ex-subsecretário vinha se utilizando criminosamente da delação para receber vantagens indevidas, como o pagamento por omissão de informações sobre crimes e seus responsáveis.

"Aparentemente o requerido, valendo-se da proteção recebida pela designação de colaborador, dolosamente vem alterando a verdade dos fatos sob escrutínio deste Juízo, em atitude que muito se assemelha à figura delitiva de obstrução de Justiça de maneira permanente, posto que as investigações ainda estão em curso", escreveu o magistrado.

O juiz também anotou que a 'aparente má-fé' de Romero, 'diante de sua infidelidade para com os termos do Acordo de Colaboração Premiada homologado judicialmente, cujos termos teriam sido negociados em troca de pagamento de dinheiro', demonstraria que o ex-subsecretário 'não merece que o Poder Judiciário confie nele e lhe dê crédito'.

Na decisão que determinou a preventiva do ex-subsecretário da Saúde, Marcelo Bretas ressaltou a urgência da medida, uma vez que Romero estaria com viagem internacional agendada para esta quinta, 16, data em que foi preso.

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retirado do R7.com