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22:22 | Acontece agora no Rio de Janeiro

Chove de forma isolada na cidade. Município permanece em estágio de atenção, segundo o AlertaRio. Acontece agora no Rio de Janeiro Chove de forma isolada na cidade. Município permanece em estágio de atenção, segundo o AlertaRio.

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21:43 | Senado cria comissão para acompanhar intervenção na segurança do RJ

Comissão será formada por três senadores titulares e mais três suplentes. Intervenção foi decretada por Temer na semana passada e aprovada pelo Congresso nesta terça (20). O Senado aprovou nesta quarta-feira (21) a criação de uma comissão formada por três senadores titulares e três suplentes para acompanhar a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. A comissão funcionará por um ano e, ao final da intervenção, prevista para 31 de dezembro, deverá apresentar um relatório. A intervenção federal foi assinada pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16). O decreto foi aprovado pela Câmara, na segunda (19), e pelo Senado, nesta terça (20). O senador Randolfe Rodrigeus (Rede-AP), autor do pedido de criação da comissão, afirmou que a intervenção é uma "medida extrema" e precisa ser acompanhada pelo Congresso. "Cabe ao Congresso Nacional acompanhar para garantir que nem a Constituição e nem a democracia sejam ultrajadas. Além disso, essa comissão acompanhará a efetividade da intervenção", justificou Randolfe. Inicialmente, a comissão seria composta por 10 senadores titulares e 10 suplentes. No entanto, em razão dos altos custos, a configuração foi reduzida. Líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu para integrar a comissão ao lado dos demais senadores do Rio. A intervenção O decreto estabelece que a intervenção durará até 31 de dezembro deste ano. Enquanto vigorar a medida, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no estado e terá o comando da Secretaria de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário fluminense. Segundo o decreto, o objetivo da intervenção é tratar do "grave comprometimento da ordem pública" no Rio. A medida foi tomada após o feriado de carnaval, período em que a capital do estado registrou vários episódios de violência. Pelo texto, o interventor está subordinado ao presidente da República e não está sujeito a regras estaduais que entrem em conflito com o objetivo da intervenção. O general Braga Netto pode, se necessário, solicitar recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Rio para restabelecer a ordem pública. Ele também poderá, segundo o decreto, requisitar a órgãos civis e militares da administração pública federal meios necessários ao sucesso da intervenção. O decreto preserva, sob a responsabilidade do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), as atribuições sem relação com a área de segurança pública. Initial plugin text

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20:21 | TCU vai monitorar gastos com intervenção no Rio de Janeiro

Ministro Henrique Meirelles (Fazenda) afirmou que poderia retirar dinheiro de outras áreas para financiar intervenção. Tribunal diz que gastos precisam cumprir as regras constitucionais. O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou nesta quarta-feira (21) que sua área técnica faça um monitoramento contínuo dos gastos do governo federal no processo de intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. A proposta foi feita pelo presidente da corte, ministro Raimundo Carreiro. Ele afirmou que esse monitoramento garantirá que os gastos respeitem as regras previstas para as finanças públicas e que não levem o governo a descumprir a meta fiscal. O governo não informou estimativa de gastos com a intervenção na segurança do Rio, anunciada pelo presidente Michel Temer após desistência de aprovar a reforma da Previdência neste ano. Nesta semana, porém, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o governo analisa se a operação militar no RJ vai precisar de recursos extras e disse que eles podem vir de um remanejamento no Orçamento. Isso significa que o governo pode tirar dinheiro de outras áreas para financiar a intervenção. Senado aprova intervenção federal na segurança pública do Rio Câmara e Senado já aprovaram o decreto de Temer que autoriza a intervenção militar no Rio. Enquanto vigorar a medida, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no estado e terá o comando da Secretaria de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário fluminense. "Cumpre a este tribunal zelar com redobrada atenção pelos recursos", disse o presidente do TCU, ministro Raimundo Carreiro. No ato, ele determinou que a área técnica do TCU atue de forma integrada com o observatório que será criado pela Câmara dos Deputados para acompanha as ações de intervenção no Rio de Janeiro. Além disso, o TCU pedirá ao Ministério da Fazenda informações sobre a situação das finanças do Rio de Janeiro.

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19:49 | Ex-governador do RJ, Sérgio Cabral tem pedido de transferência negado por unanimidade no TRF-4


Atualmente, o político está no Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Defesa pedia para que ele fosse transferido para o presídio de Benfica (RJ). Somadas, as penas chegam a 87 anos por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Sérgio Cabral está preso em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba Giuliano Gomes/PR Press O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral teve o pedido de transferência para o presídio de Benfica, na capital fluminense, negado por unanimidade nesta quarta-feira (19) pelos desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. Atualmente, Cabral está no Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (PR). O pedido de habeas corpus já havia sido recusado pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, em 22 de janeiro. Agora, o recurso foi apreciado pelos demais desembargadores do colegiado. O peemedebista está preso desde novembro de 2016. Ele foi condenado quatro vezes na Operação Lava Jato por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e responde a outros processos. Somadas, as penas chegam a 87 anos. O Complexo Médico-Penal em Pinhais é uma penitenciária de regime fechado e com finalidades médicas, e abriga vários presos da Lava Jato como o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, o ex-vice-presidente da Câmara André Vargas, e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. INFOGRÁFICO: veja todas as 21 denúncias contra o ex-governador O advogado Rodrigo Rocca, que atua na defesa de Cabral, sustenta que dos 21 processos deflagrados contra seu cliente, 19 são de competência da 7ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. Por isso, segundo o defensor, ele deveria estar preso naquele estado. Além disso, Cabral tem interrogatório marcado para a próxima terça (27), no Rio. "É impossível defendê-lo em tantos processos no Rio de Janeiro estando ele em outra unidade da federação. É uma questão prática e lógica", afirmou Rocca ao G1 antes da análise do pedido de habeas corpus. Depois que os desembargadores da 8ª Turma do TRF-4 se mostraram contrários ao pedido de transferência de Cabral, o advogado afirmou que analisa se vai seguir com os recursos no Tribunal do Rio Grande do Sul. "Não há interesse, em princípio, mas estamos analisando. O TRF-4 já tinha sinalizado que a votação iria nesse sentido", disse. Em 18 de janeiro, o juiz Sérgio Moro, de Curitiba, e a juíza Caroline Vieira Figueiredo, substituta de Marcelo Bretas durante suas férias no Rio, concordaram com a solicitação do Ministério Público Federal (MPF) e determinaram a transferência de Cabral. O pedido foi feito após a constatação de que ele tinha privilégios no sistema prisional fluminense, em razão de sua condição de ex-governador. Os promotores dizem que houve uma "rede de serviço e favores" montada para o ex-governador dentro da cadeia. A suspeita é de que a Cadeia Pública José Frederico Marques tem padrões diferentes de outros cárceres no Rio de Janeiro e tenha sido reformada, com benesses, para abrigar o peemedebista. Entre as regalias apontadas, houve a instalação de uma academia e de uma videoteca e a entrada de visitas fora dos horários especificados. Cabral nega. No dia 30 de janeiro, o vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, também negou pedido do ex-governador para voltar ao presídio de Benfica. Após essa decisão, a defesa de Cabral recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) e aguarda análise pelo ministro Gilmar Mendes.

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18:56 | Prefeitura analisa uso de catracas em megablocos do Rio


Medida visaria reduzir o número de roubos com uso de faca. Durante reunião sobre o carnaval de 2019, especialistas também recomendaram o uso de detectores de metal. Multidão lotou o Centro do Rio para o desfile do Monobloco Alexandre Durão/G1 A prefeitura do Rio estuda colocar catracas nos blocos de carnaval da cidade em 2019. A Riotur confirmou nesta quarta-feira (21) que a ideia surgiu durante a primeira reunião de planejamento do carnaval do ano que vem, nesta terça-feira (20). A medida foi analisada depois que, durante a reunião, representantes da Secretaria de Saúde informaram que 20 pessoas foram esfaqueadas nos blocos em 2018. Segundo a Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), a medida seria voltada para a segurança do folião apenas em megablocos no Centro da Cidade, assim como o uso de detectores de metal, sugerido pelos especialistas em segurança presentes no encontro. Ainda segundo a Riotur, essas e outras sugestões, apresentadas na reunião desta terça, vão ser analisadas e discutidas ao longo dos próximos meses com todos os envolvidos direta e indiretamente no carnaval de rua. Após a conclusão do projeto, as medidas serão levadas para a análise do prefeito Marcelo Crivella. Assaltos durante a folia Suspeito é detido após tiroteio no Leblon em dia de carnaval Reprodução TV Globo Após o governador do estado, Luiz Fernando Pezão, ter prometido reforço na segurança da cidade no período do carnaval, turistas e registraram cenas de violência na Zona Sul. Somente entre a noite de domingo de carnaval (11) e a madrugada de segunda-feira (12), ao menos oito pessoas foram vítimas de assaltos, alguns violentos. Imagens também flagraram turistas que foram vítimas de arrastão em frente a um dos hotéis mais luxuosos da cidade. Em Copacabana, um policial civil foi roubado e espancado e, além disso, uma troca de tiros na Avenida Afrânio de Melo Franco, no Leblon, terminou com policiais e um suspeito baleados. No centro do Rio, durante o carnaval, o número de ocorrências salta de 25 para 200, segundo o delegado titular da 5ªDP Marcus Henrique de Oliveira Alves. Moradores registram assaltos e agressões na Praia de Ipanema durante a madrugada

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retirado da globo.com

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