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20:39 | Ciclovia no Leblon vai receber nome de Alfredo Sirkis

Ex-deputado morreu em grave acidente de carro
Ex-deputado morreu em grave acidente de carro Leonardo Prado/Câmara dos Deputados

O ex-deputado Alfredo Sirkis dará nome à ciclovia no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro.  A homenagem foi anunciada pelo prefeito Marcelo Crivella nesta segunda-feira (13).

Inaugurada em 1991, a via, que começa no canal do Jardim Alah e termina no canal da avenida Visconde de Albuquerque, tem 1,3km de extensão.

Nesta manhã, o corpo do ex-deputado foi cremado no Cemitério da Penitência, no Caju, região central.  Sirkis, que também se destacou como escritor e ativista ambiental, morreu em um grave acidente de carro, no último dia 10, no Arco Metropolitano, Região Metropolitana do Rio. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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20:14 | Peixeiro viraliza após criar funk para divulgar produtos no Rio

Vídeo viralizou nas redes sociais
Vídeo viralizou nas redes sociais Record TV Rio

Um peixeiro viralizou nas redes sociais após criar um funk para divulgar os produtos que vende em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro.

No vídeo, William da Penha aparece cantando e dançando com as mercadorias.

Leia também: Elefante-marinho é visto na praia do Arpoador no Rio

O peixeiro contou, em entrevista à Record TV Rio, que a ideia surgiu após passar dificuldades financeiras, com a esposa e os seis filhos, durante a pandemia do novo coronavírus.

"Encontrei essa válvula de escape, fiz um sucesso e consegui me levantar", disse William.

No entanto, o William revelou que a participação no mundo do funk é apenas um começo. Ele tem o sonho de virar um MC e tocar pelos bailes do Rio de Janeiro.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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20:10 | MP-RJ diz que Queiroz pode estar envolvido em morte em 2003

Fabrício Queiroz aparece na varanda do apartamento no Rio
Fabrício Queiroz aparece na varanda do apartamento no Rio Reprodução/Record TV

No terceiro dia de prisão domiciliar, Fabrício Queiroz apareceu na varanda do apartamento, no Rio de janeiro. Sem camisa e de cabeça baixa, ele pegou sol por alguns minutos. Em um rápido movimento em que mexe as pernas, é possível ver a tornozeleira eletrônica.

Logo depois, aparecem a filha e a esposa de Queiroz, Márcia Aguiar, que também cumpre prisão domiciliar. No final da tarde, ela voltou a aparecer na sacada. Com cabelos mais escuros, a esposa de Queiroz aparentava estar abatida.  Márcia, que ainda está sem a tornozeleira, estava foragida e tem até sexta feira para se apresentar à secretaria de administração penitenciária.

Queiroz deixou o presídio na última sexta feira por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça. A defesa alega que ele tem problemas de saúde - se trata contra um câncer - e que Márcia precisaria auxiliar o marido em casa.

Fabrício Queiroz é acusado de ser o operador de um esquema de atividades financeiras suspeitas no gabinete do então deputado estadual, Flávio Bolsonaro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Mal chegou em casa e Fabrício Queiroz teve o nome envolvido em outro caso polêmico. Um assassinato ocorrido em 2003, quando ainda atuava como PM, e que foi registrado como homicídio por confronto com a polícia. O Ministério Público do Rio aponta falhas na investigação, e diz que Queiroz participou da operação e pode estar envolvido na morte de um homem.

Anderson Rosa de Souza, de 29 anos, foi morto em uma ação da PM na comunidade Cidade de Deus. Os promotores apontam que não foram feitos exames dos fuzis nem perícia de resíduos de balas, além da falta de depoimentos para concluir o inquérito.

Queiroz participou da operação com Adriano da Nóbrega, ex-policial militar que se envolveu com uma milícia e foi morto em fevereiro desse ano, no interior da Bahia. O novo prazo para a conclusão das investigações é de 90 dias.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro pediu o bloqueio da ação, alegando que o Ministério Público do Rio de Janeiro dispensou tratamento diferenciado a investigados em idêntica condição processual. O caso usado pela defesa é do deputado estadual Marcio Pacheco.

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19:46 | Witzel aciona a Justiça para suspender impeachment na Alerj

Witzel é alvo de processo de impeachment
Witzel é alvo de processo de impeachment Philippe Lima/Governo do Estado do Rio de Janeiro - 16.05.2020

A defesa do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, acionou a Justiça, nesta segunda-feira (13), para suspender o processo de impeachment em andamento na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

O advogado Manoel Peixinho disse ter ingressado com um mandado de segurança em razão de três atos da Comissão Especial de Impeachment que violaram a lei.

Entre eles a defesa citou que o grupo não acatou o pedido de apresentação de documentos da Operação Placebo, que apura indícios de desvios na Saúde no combate à pandemia e serve como base para a abertura do processo de afastamento do governador do Rio.

Após ter acesso negado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) às provas colhidas na investigação, os parlamentares decidiram, no último dia 6, retomar os trabalhos e notificar Wilson Witzel sobre o prazo de 10 sessões para a defesa.

Além disso, o advogado de Witzel apontou que não foi observada a exigência de parecer prévio na formação da comissão de impeachment nem o princípio da proporcionalidade partidária na composição do grupo.

Procurada, a Alerj, por meio da assessoria de imprensa, declarou não ter sido notificada pela Justiça e ressaltou que "todos os procedimentos legais e constitucionais estão sendo observados, de modo a garantir ao governador o pleno exercício do direito à ampla defesa e ao contraditório".

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18:40 | Vídeo mostra resgate de coruja em Niterói (RJ)

Vídeo mostra resgate de coruja em Niterói (RJ)

Uma coruja que estava presa em uma linha chilena foi resgatada pela CMA (Coordenadoria de Meio Ambiente) da Guarda Municipal, na manhã desta segunda-feira (11), no bairro Vital Brazil, em Niterói, Região Metropolitana do Rio.

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18:24 | Coruja presa em linha chilena é resgatada em Niterói (RJ)

Coruja resgatada não teve ferimentos
Coruja resgatada não teve ferimentos Reprodução

Uma coruja que estava presa em uma linha chilena foi resgatada pela CMA (Coordenadoria de Meio Ambiente) da Guarda Municipal, na manhã desta segunda-feira (11), no bairro Vital Brazil, em Niterói, Região Metropolitana do Rio.

Elefante-marinho é visto na praia do Arpoador no Rio

O animal não sofreu cortes, mas segue em observação pelos agentes e deve ser solto nesta noite.

A responsável pela CMA da Guarda Municipal de Niterói, Jociley Neve, ressaltou a importância de a população acionar o órgão para a realização do procedimento correto.

"Sempre que um morador encontrar um animal silvestre deve entrar em contato conosco através do telefone 153. Este é o quinto animal resgatado em um mês com linha chilena e quem for pego usando pode ser conduzido à delegacia, porque a utilização de linha chilena é proibida" disse Jociley Neves.

Ainda de acordo com ela, os animais resgatados são avaliados e, caso necessário, passam por processo de recuperação até serem devolvidos ao meio ambiente. Todos os profissionais são treinados para realizar adequadamente o salvamento.

Caso estejam feridos ou debilitados, vão para instituições parceiras como Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres), Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) de Campo Grande ou para Instituto Vital Brazil, se for uma cobra venenosa.

Em 2020, mais de 600 animais silvestres já foram resgatados na cidade. Entre as espécies estão corujas, cobras, tartarugas, gambás, gavião, bicho-preguiça, entre outros.

Assista ao vídeo:

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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retirado do R7.com