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18:27 | Justiça do Rio determina bloqueio dos bens de Edmar Santos

Edmar é investigado por fraudes em contratos da Saúde
Edmar é investigado por fraudes em contratos da Saúde Reprodução / Agência Brasil

A Justiça do Rio determinou nesta terça-feira (20) o bloqueio dos bens do ex-secretário  Estadual de Saúde Edmar Santos, além de dois ex-subsecretários, um ex-funcionário da pasta e cinco empresas, em razão das suspeitas de fraudes em contratos emergenciais durante a pandemia.

O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio) confirmou a decisão, mas declarou que o processo corre em segredo de justiça.

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) aponta que houve um superfaturamento de R$ 6 milhões em compras de medicamentos e equipamentos para o uso no tratamento de pacientes com covid-19.

Segundo as investigações, houve várias irregularidades no contrato com a organização social que administrou os hospitais de campanha. 

Edmar chegou a ficar preso por quase um mês. Em agosto, ele ganhou liberdade após fechar um acordo de delação premiada e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidir enviar a investigação para esfera federal. 

Os indícios de irregularidades nas verbas da Saúde também levaram ao afastamento do governador do Rio Wilson Witzel por seis meses por decisão da Justiça.  

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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15:56 | Rio 2016: TRF-2 nega pedido de Paes para trancar ação que apura fraudes

Eduardo Paes é candidato à Prefeitura do Rio
Eduardo Paes é candidato à Prefeitura do Rio Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados - 12.12.2014

Por maioria, a 2ª Turma Especializada do TRF2 (Tribunal Regional Federal) negou, nesta terça-feira (20), o pedido de habeas corpus do ex-prefeito e candidato à Prefeitura do Rio Eduardo Paes para trancar o processo que apura irregularidades na licitação do Complexo Esportivo de Deodoro para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. 

Réu desde março, Paes é acusado dos crimes de fraude em licitação pública, corrupção passiva e falsidade ideológica. Com a decisão, a investigação segue na 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

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Segundo o MPF (Ministério Público Federal), Eduardo Paes teria articulado a criação de um consórcio formado entre as empreiteiras Queiroz Galvão e OAS para a construção do Complexo Esportivo de Deodoro.

As investigações apontaram que o ex-prefeito pretendia entregar o contrato à empresa à Queiroz Galvão, que não possuía o certificado de capacidade técnica para realizar o empreendimento. Em razão disso, Paes teria pedido a Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, que detinha o atestado de capacidade, para formar com a empresa um consórcio.

A defesa de Paes sustentou que a acusação estaria amparada em um depoimento isolado de Léo Pinheiro e que não haveria provas dos crimes imputados.

No entanto, a 2ª Turma Especializada, acompanhando voto do desembargador federal Marcello Granado, rejeitou os argumentos.

No entendimento do magistrado, há indícios suficientes. Entre eles está um relatório da CGU (Controladoria Geral da União) que questionou o fato de a licitação ter sido realizada em um único bloco para a construção de todo o complexo esportivo, o que teria tornado a empreitada praticamente impossível de ser assumida por outras concorrentes.

Para a CGU, a complexidade do projeto e a distância entre os diferentes estádios justificaria a divisão da licitação em, ao menos, quatro lotes distintos, assegurando a competitividade da licitação.

Além disso, Marcello Granado citou uma conversa de 2014, trocada por aplicativo, em que empresários teriam tratado de um encontro com Eduardo Paes e do pedido dele sobre a criação do consórcio.

Granado alertou para os termos do contrato entre as empreiteiras, destacando o fato de ter a OAS, que efetivamente possuía o certificado de capacidade técnica exigida pelo edital de licitação, assumido apenas 1% da obra, ficando os demais 99% a cargo da Queiroz Galvão:

“Isso me chamou muito a atenção e é inescapável concluir que se constitui em um indício muito robusto de que se está diante de um caso de processo licitatório simulado e direcionado em benefício de um determinado ente empresarial”, ponderou.

O advogador Ricardo Pieri afirmou que não há, sequer, alegação no processo de que Eduardo Paes teria recebido vantagem de qualquer natureza, de quem quer que seja. Além disso, declarou que o cliente confia na justiça e está à disposição para prestar os esclarecimentos necessários. 

Em nota, a Queiroz Galvão afirmou que não vai se manifestar sobre investigações e processos judiciais em curso. 

Já a OAS não respondeu ao contato por e-mail do R7

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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12:04 | Mundo Ciência: Podcast fala sobre segunda onda de covid-19 na Europa

Ouça o novo episódio do podcast
Ouça o novo episódio do podcast Divulgação

O novo episódio do podcast Mundo Ciência fala sobre a segunda onda da covid-19 na Europa. Os biomédicos Raphael Rangel e Luiz Hendrix vão falar sobre a como está a situação em países como Portugal, França, Espanha e Alemanha e quais são os impactos para o Brasil.

O podcast Mundo Ciência da RecordTV Rio estreia novos episódios toda terça-feira, no portal R7.com, no Playplus e nas principais plataformas de streaming de áudio.

Ouça agora o novo episódio:

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11:29 | Policial militar é baleado na cabeça em ataque de criminosos no Rio

Equipe foi surpreendida pelos criminosos
Equipe foi surpreendida pelos criminosos Divulgação

Um policial militar foi baleado na cabeça após um ataque de criminosos, na altura da Praça do Carmo, na Penha, zona norte do Rio. 

De acordo com a PM, a equipe seguia pela avenida Vicente de Carvalho para atender uma ocorrência de roubo, quando foi surpreendida por homens armados. A vítima é lotada na UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) Fé/Sereno.

Morre no Rio, aos 104 anos, o policial mais antigo da Polícia Militar

O policial foi encaminhado para o Hospital Getúlio Vargas, também na Penha, e passa por cirurgia. Seu estado de saúde é considerado grave.

Equipes da PM fazem buscas na região para identificar os suspeitos do crime.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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10:31 | Morre no Rio, aos 104 anos, o policial mais antigo da Polícia Militar

Tenente-coronel morreu em casa vítima de mal súbito
Tenente-coronel morreu em casa vítima de mal súbito Reprodução/PMERJ

Morreu em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, neste domingo (18), aos 104 anos, o tenente-coronel João Freire Jucá Sobrinho, da Polícia Militar do antigo estado da Guanabara, quando o Rio ainda era capital da República. Ele era o policial mais antigo da instituição.

O oficial superior passou por duas guerras mundiais, gripe espanhola e covid-19 e morreu em casa de mal súbito. Antes, há três semanas, sofreu um derrame e foi levado para um hospital da região serrana. Depois de internado por 11 dias, voltou para casa para se recuperar.

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O tenente-coronel Jucá Sobrinho ingressou na Polícia Militar como recruta no dia 20 de julho de 1934 e passou por vários batalhões, entre eles, o 2º batalhão, em Botafogo e o 3º batalhão, no Méier. Depois fez  cursos para cabo e sargento e mais tarde, passou para oficial, ingressando na Cavalaria. Ele comandou também a Companhia de Motociclistas, baseada no 4º batalhão, em São Cristóvão. O registro geral de Jucá na PM é 00104.

Depois de mais de 40 anos na corporação, passou para a reserva remunerada, no posto de tenente-coronel. Antes, decidiu morar em Petrópolis, aos 59 anos, onde foi lotado no batalhão da cidade.

Em depoimento para a página da Polícia Militar, o tenente-coronel João Freire Jucá Sobrinho disse que “foi muito boa a minha vida na carreira militar. Muito reconhecimento. Eu procurava trabalhar direito para fazer jus a isso. A Polícia Militar sempre foi muito boa para mim”, declarou.

Jucá Sobrinho nasceu no bairro de Anchieta, zona norte do Rio de Janeiro. Ele deixa a esposa Vanda, de 95 anos, cinco filhos, 17 netos e 22 bisnetos. 

O corpo do militar foi velado no Cemitério de Petrópolis, onde ocorreu o enterro na tarde desta terça-feira (20).

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10:30 | Covid: 92% da população do RJ está em cidades com Bandeira Amarela

Levantamento aponta queda no número de casos
Levantamento aponta queda no número de casos Pilar Olivares/Reuters

O novo Mapa de Risco para a Covid-19 no Estado do Rio de Janeiro aponta que 92,5% da população está em municípios classificados como de Bandeira Amarela, apresentando baixo risco para a doença. O dado foi revelado nesta segunda-feira (19), pela Subsecretaria Extraordinária das Ações Governamentais Integradas da Covid-19.

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Segundo o estudo, apenas duas das nove regiões do estado apresentam risco moderado, com Bandeira Laranja: centro-sul e norte. Nessas duas regiões vivem 7,45% da população do estado.

As sete regiões classificadas em amarelo são: Metropolitanas I e II, Baía da Ilha Grande, Médio-Paraíba, Baixada Litorânea, Noroeste e Serrana. Juntas, elas concentram 92,55% da população do estado.

Na edição anterior do Mapa de Risco, a sétima, divulgada em 2 de outubro, mostrava apenas a Região Centro-Sul em Bandeira Laranja. A oitava edição compara as Semanas Epidemiológicas 41 (04 a 10 de outubro) em relação à 39 (de 20 a 26 de setembro).

Taxa de positividade de pacientes testados para coronavírus; variação de casos e óbitos por SRAG (síndrome respiratória aguda grave); taxa de ocupação de leitos destinados a SRAG; e previsão de esgotamento de leitos de UTI para SRAG são os indicadores utilizados na análise.

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No geral, houve em todo o estado uma redução no número de óbitos (-46,96%) e casos (-33,31%). A taxa de ocupação de leitos de enfermaria destinados aos pacientes de covid-19 ficou em 36,23%, e a de leitos de UTI, em 52,57%. A previsão de esgotamento de leitos de UTI e a taxa de positividade para covid-19, dois dos seis indicadores usados no cálculo, ainda mantêm o RJ na Bandeira Amarela.

As bandeiras e os riscos indicados variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo). Cada nível de risco representa um conjunto de recomendações de isolamento social.

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retirado do R7.com