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17:25 | RJ: Governo adia reajuste da tarifa dos trens da Supervia

A Setrans (Secretaria Estadual de Transportes) do Rio adiou por vinte dias o início da cobrança da nova tarifa nos trens da Supervia. O reajuste de R$ 1,20 estava previsto para ocorrer a partir do dia 2 de fevereiro. A informação foi confirmada pelo governo estadual por telefone à Record TV Rio.

Valor da tarifa vai sofrer ajuste de R$ 1,20
Valor da tarifa vai sofrer ajuste de R$ 1,20 Reprodução/Supervia

A passagem, que atualmente é de R$ 4,70, passaria a custar R$ 5,90. No entanto, a Secretaria Estadual de Transportes informou que está em negociação com a Supervia, concessionária que administra os trens. 

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A empresa informou que o reajuste foi homologado pela Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro) em conformidade com o índice previsto no contrato de concessão.

A concessionária afirmou que depende exclusivamente da venda das passagens para dar continuidade à prestação do serviço e não conta com qualquer subsídio do governo". 

Segundo a empresa, o prejuízo financeiro em decorrência da pandemia da covid-19 soma R$ 315 milhões devido à redução de cerca de 72,4 milhões de passageiros no serviço.

Em nota, a Secretaria Estadual de Transportes disse que o governo pretende assinar um termo aditivo ao contrato de concessão para estabelecer um valor mais adequado para o passageiro devido à crise provocada pela pandemia.

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"O objetivo dessa negociação é diminuir o impacto para o usuário, observando o equilíbrio econômico-financeiro do contrato", disse a Setrans.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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16:25 | Casal é preso suspeito de sequestros-relâmpago no Rio

Um casal suspeito de praticar sequestros-relâmpago foi preso em flagrante na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, na noite da última segunda-feira (25).

Celulares e dinheiro foram apreendidos
Celulares e dinheiro foram apreendidos Reprodução/Record TV Rio

Os dois foram detidos por agentes do programa Barra Presente.

Segundo a polícia, a dupla agia sempre da mesma forma: o homem levava uma das vítimas para comprar produtos de valor em lojas. Já a mulher obrigava outras a sacarem dinheiro em caixas eletrônicos.

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Uma das vítimas contou que a compra não foi concluída por erro no cartão. Ela e o suspeito foram surpreendidos pelos agentes nas proximidades da loja.

"Chegou lá, o cartão não passou. Nisso, o caixa percebeu e falou com outro atendente. Na hora, saímos da loja. Quando a gente virou a esquina, correu novamente e, depois, os policiais que já tinham sido avisados chegaram e abordaram a gente. Expliquei que eu era a vítima e não estava com ele", disse o jovem, que prefere não se identificar.

A polícia procurava o casal desde dezembro do ano passado após uma vítima registrar o crime na 16ª DP (Barra da Tijuca). Ela disse que foi abordada na estação de metrô Jardim Oceânico.

Com a dupla, foram apreendidos dois celulares recém-comprados, dinheiro e a caixa de um aparelho roubado um dia antes da prisão.

De acordo com o subcoordenador do programa Barra Presente, tenente Celso Góes, os suspeitos ameaçavam as vítimas de maneira violenta.

"Tem relato de compra de R$ 10 mil nos registros, compras bem altas. Não tinha nenhuma arma com os autores do crime, e eles usam realmente o terror psicológico com as vítimas", afirmou Celso.

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*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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15:04 | Justiça nega pedido de divulgação de vacinados contra covid no Rio

A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta terça-feira (26) um pedido feito pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) para que a prefeitura da capital divulgasse diariamente os nomes das pessoas vacinadas contra a covid-19.

Justiça negou o pedido para divulgação diária de vacinados
Justiça negou o pedido para divulgação diária de vacinados Marcello Casal Jr / Agência Brasil / 14.01.2021

O MP entrou com uma ação civil pública na segunda-feira (25) após receber denúncias de irregularidades no processo de vacinação.

Segundo o órgão, durante buscas, foi constatado que profissionais que não fazem parte de grupos prioritários foram imunizados na primeira fase, o que contraria o definido pelo plano de vacinação.

A decisão é do juiz Marcello Alvarenga Leite. De acordo com o magistrado, o MP não demonstrou "compatibilidade e necessidade" para a criação de um novo sistema de contagem, que traria "despesas desnecessárias ao ente público".

Além disso, Alvarenga afirmou que não cabe ao Judiciário autorizar a criação de um sistema além do SI-PNI (Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações), criado pelo Ministério da Saúde.

O juiz ressaltou o fato de o próprio MP ter dito que o controle em alguns locais de vacinação são feitos em planilhas manuscritas, o que, no entendimento do magistrado, já seria suficiente para verificação dos imunizados na capital fluminense.

O Coren (Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro) encaminhou 33 denúncias de desrespeito às regras de prioridade da vacinação contra a covid-19 ao Ministério Público. Na ação civil pública, o MP havia destacado que a "publicização dos dados" era fundamental para haver maior controle "sobre a destinação da vacina aos grupos prioritários".

"Somente assim poderão a sociedade civil e os órgãos de controle exercer fiscalização contínua sobre a devida aplicação das doses, coibindo-se favorecimentos indevidos e garantindo-se que a política pública de saúde seja implementada de modo transparente e eficaz. O município está realizando um controle manuscrito da vacinação, ensejando o aumento das suspeitas de fraudes", afirmou o Ministério Público do Rio.

Em nota, a SMS (Secretaria Municipal de Saúde) negou qualquer irregularidade no processo de vacinação contra a covid-19 e reforçou que o cadastro das pessoas vacinadas é feito pelo CPF (Cadastro de Pessoa Física).

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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14:12 | Balançando a Rede: Mylena Ciribelli entrevista atacante Vini Jr

Mylena Ciribelli entrevista Vini Jr
Mylena Ciribelli entrevista Vini Jr Divulgação

Nesta semana, a apresentadora Mylena Ciribelli conversou com o atacante do Real Madrid, Vini Jr, que completou recentemente dois anos no time espanhol.

Ele contou sobre a relação com os brasileiros da equipe merengue, mostrou o talento como cantor e falou sobre a importância dos jogadores de futebol na luta contra o racismo.

Ouça aqui:

 

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13:10 | Justiça manda Oi religar serviço de internet do Governo do RJ

O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) ordenou que a operadora Oi religue imediatamente a internet do Governo do Rio, além de impedir que a empresa realize novas interrupções.

Governo do RJ diz que houve indícios de superfaturamento
Governo do RJ diz que houve indícios de superfaturamento Reprodução/Google Street View

A decisão assinada pelo juiz Guilherme Schilling Polo Duarte afirma que não pode haver interrupções “quando o devedor for ente público”, já que pode afetar diversos serviços essenciais à população. Por conta do corte no acesso, sistemas como o do Detran, da Secretaria de Estado de Educação e das polícias Civil e Militar ficaram fora do ar desde a tarde de segunda-feira (25).

Ao Portal R7, a Oi alegou que a interrupção ocorreu por conta do fim do contrato, além de uma dívida de R$ 300 milhões do Governo do Estado, desde 2017. A empresa afirmou que manterá ativos os serviços considerados essenciais à população.

Já o Governo do Estado afirma que há indícios de superfaturamento e que a interrupção do contrato se deu de forma unilateral, informação negada pela Oi. 

De acordo com órgão estadual, houve uma tentativa de firmar um novo contrato emergencial com valores compatíveis com o do mercado, mas a operadora manteve os preços altos. Em nota, o governo informou que lançou um edital no último dia 11 para a contratação de uma nova prestadora de serviços.

Caso a determinação não seja cumprida, será aplicada uma multa diária no valor de R$ 100 mil.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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11:06 | MP-RJ recebe 33 denúncias de ‘fura-filas’ da vacina contra covid-19

O Coren (Conselho Regional de Enfermagem entregou ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) 33 denúncias de desrespeito às regras de prioridade da vacinação contra a covid-19.

Profissionais de saúde estariam sendo coagidos a imunizar pessoas que não fazem parte do grupo prioritário
Profissionais de saúde estariam sendo coagidos a imunizar pessoas que não fazem parte do grupo prioritário Tiago Caldas/Fotoarena/Estadão Conteúdo - 24.01.2021

O caso foi discutido entre o Coren e a Polícia Civil. De acordo com a presidente do Conselho, Lilian Behring, os profissionais de saúde são coagidos a imunizar pessoas que não fazem parte do grupo prioritário.

“Vamos cruzar os dados através da Polícia Civil com as nossas denúncias e com a ajuda dos responsáveis técnicos. Seremos 300 mil profissionais em prol da saúde da população.”, disse Lilian Behring, em entrevista à Record TV Rio.

Polícia do Rio faz ação para investigar morte de jovem na Penha

Apesar das denúncias, a SMS (Secretaria Municipal de Saúde) negou a existência de irregularidades. A secretaria afirmou que o cadastro das pessoas vacinadas é realizado pelo CPF. Já a SES-RJ (Secretaria de Estado de Saúde) se comprometeu a investigar as denúncias.

Além disso, o MP-RJ entrou com um pedido para que o município do Rio divulgue diariamente a relação de pessoas que receberam as doses da vacina. Segundo o órgão, em buscas efetuadas foi constatado que trabalhadores da saúde fora do grupo de prioridades foram imunizados, como profissionais de Educação Física e agentes administrativos. 

"Fica claro que os dados das pessoas priorizadas devem ser publicizados, para que possa haver devido controle social sobre a destinação do bem público altamente escasso nos dias atuais. Somente assim poderão a sociedade civil e os órgãos de controle exercer fiscalização contínua sobre a devida aplicação das doses, coibindo-se favorecimentos indevidos e garantindo-se que a política pública de saúde seja implementada de modo transparente e eficaz.", diz o MP-RJ, em pedido enviado a Ação Civil Pública. 

O desvio de vacinas é caracterizado como crime de improbidade administrativa e peculato (apropriação ilegal de um bem público). A pena pode chegar a 12 anos de prisão e pode gerar ao profissional uma multa de até 100 vezes o valor do próprio salário.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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retirado do R7.com