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Notícias

09:37 | Justiça mantém abertura facultativa de escolas particulares no Rio

Apenas 4º, 5º, 8º e 9º retornarão em primeiro momento
Apenas 4º, 5º, 8º e 9º retornarão em primeiro momento Reuters/Agência Brasil/Amanda Perobelli

O TJ-RJ (Tribunal da Justiça do Rio de Janeiro) negou na noite do último domingo (2) o pedido do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) e da Defensoria Pública de proibição da reabertura facultativa das escolas particulares na capital do Rio de Janeiro.

Professores do Rio decidem não retomar aulas presenciais

De acordo com o MP-RJ e a Defensoria Pública, a decisão da Prefeitura do Rio de Janeiro em liberar a abertura facultativa das escolas particulares causa risco à saúde dos alunos e gera desigualdade, uma vez que o ensino público continua sem aulas presenciais.

Para a Justiça do RJ, entretanto, as alegações presentes na ação civil pública necessitam de um tempo maior de análise, sendo assim abrupta uma decisão contrária ao decreto da Prefeitura do Rio de Janeiro.

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, comentou sobre a retomada das aulas presenciais desta segunda-feira (3) pela primeira vez no início de julho. O chefe do poder executivo municipal revelou que esta decisão foi aprovada pelo comitê científico do município.

Apenas as turmas de 4º, 5º, 8º e 9º anos tiveram autorização para retornar às escolas. Segundo a subsecretária de Vigilância Sanitária, Marcia Rolim, a ideia é avaliar durante 15 dias os impactos nos transportes e nos indicadores de contágio do novo coronavírus no município.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Patrícia Junqueira

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09:32 | Médico que fez procedimento em MC Atrevida depõe nesta segunda

Funkeira morreu dez dias após procedimento cirúrgico
Funkeira morreu dez dias após procedimento cirúrgico Record TV Rio

O médico Wilson Ernest Garlaza Jara, que fez o precedimento estético na cantora Fernanda Rodrigues, a MC Atrevida, vai prestar depoimento na tarde desta segunda-feira (3) na 20ª DP (Vila Isabel).

A funkeira Fernanda Rodrigues, de 44 anos, conhecida como MC Atrevida, morreu no último dia 27, após fazer um procedimento cirúrgico em uma clínica em Vila Isabel, na zona norte do Rio.

O corpo da vítima foi enterrado no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador, na quarta-feira (29).

Caso

A amiga Janine Silva contou que a funkeira ficou na casa dela após o procedimento e reclamou de fortes dores. Segundo Janine, ao entrar em contato com a clínica, uma responsável disse que a situação era "normal".

Em um áudio, a dona do estabelecimento afirmou que o médico responsável pelo procedimento havia recomendado que Fernanda fosse levada a um hospital para fazer um exame de sangue “para saber qual bactéria que estava fazendo isso para tomar o antibiótico certo".

Ainda de acordo com a mulher, o médico não poderia atender a funkeira porque estava internado após sofrer dois AVCs.

Depois de 10 dias, a vítima foi levada ao Hospital Evandro Freire, na Ilha do Governador, mas não resistiu. A declaração de óbito apontou morte por infecção generalizada causada por inflamação na pele.

Clínica

Depois da notícia da morte de MC Atrevida, Wania Tavares, responsável pela clínica, chegou a dizer, também pelas redes sociais, que está tranquila e que vai aguardar o laudo com a causa da morte.

"Eu estou com a minha consciência supertranquila quanto ao procedimento, que foi feito corretamente", garantiu durante transmissão ao vivo.

A Decon (Delegacia de Defesa do Consumidor) e a Vigilância Sanitária interditaram, na quinta-feira (30), por falta de licença sanitária a clínica em Vila Isabel, zona norte do Rio, onde foi realizado o procedimento.

A empresária prestou depoimento na sexta-feira (31) na 20ª DP (Vila Isabel) e disse estar muito abalada com tudo que aconteceu. 

*Sob supervisão de Patrícia Junqueira

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20:51 | Guarda retira cerca de 400 pessoas das praias do Rio no fim de semana

Praia do Leme, no Rio de Janeiro, neste domingo (2)
Praia do Leme, no Rio de Janeiro, neste domingo (2) Ellan Lustosa/Código 19/Estadão Conteúdo

No primeiro domingo de banho liberado nas praias da cidade do Rio de Janeiro, cariocas se aglomeraram na orla, alguns deles sem máscara, infringido as regras de distanciamento definidas para o atual período de pandemia. Sessenta pessoas foram multadas pela Guarda Municipal neste domingo (2), nas zonas sul e oeste, por não protegerem devidamente o rosto. No sábado (1º), foram 63.

Em todo final de semana, cerca de 400 pessoas foram retiradas da areia. Um homem chegou a ser levado à 12ª Delegacia de Polícia, em Copacabana, por não usar máscara e por se recusar a mostrar identificação aos guardas.

Veja fotos das praias no Rio no domingo após nova flexibilização

O banho de mar estava proibido no Rio desde março, quando o número de casos de contaminações e mortes começou a subir e a prefeitura impôs uma série de regras de isolamento à população. Neste sábado, o mergulho e a presença de vendedores ambulantes foram liberados. Mas a permanência na areia não.

A flexibilização foi anunciada pelo prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) na última sexta-feira. "A curva de óbitos caiu. Temos a esperança de não ter uma segunda onda da doença no Rio. À medida que olhamos os indicadores, nossa convicção e fé é de que não teremos uma segunda onda", afirmou.

Nesta quinta fase do processo de flexibilização do isolamento social, a prefeitura liberou também a abertura voluntária das escolas particulares; a extensão do horário de funcionamento de bares, restaurantes e lanchonetes até 1h; a retomada do horário habitual dos shoppings, de 10h às 22h; e a antecipação da abertura das lojas de rua de 11h para 9h.

Em assembleia virtual, ontem, professores de escolas particulares decidiram, no entanto, manter as aulas via internet. "Não nos negamos a trabalhar, e estamos trabalhando muito no teletrabalho, mas estamos em greve pela vida", afirmou o presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Oswaldo Teles.

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17:05 | Veja fotos das praias no Rio no domingo após nova flexibilização<br>

As praias do Rio de Janeiro ficaram cheias neste domingo (2), o primeiro após nova flexibilização das regras de isolamento no sábado (1º). Na imagem, pessoas se concentram na praia do Leme, na faixa de areia, o que ainda é proibido pelas regras da quarentena na cidade

O banho de mar foi liberado. Fora essa atividade, a passagem pela faixa de areia e a prática de esportes deve ser feita com máscara, o que foi desrespeitado por grande parte dos frequentadores

Ambulantes também foram vistos em grande número nas praias. Eles estão autorizados a operar das 7h às 18h, mas não podem realizar aluguel de cadeiras e barracas e vender bebida alcoólica

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16:33 | Alerj pede ao STF que não suspenda processo de impeachment de Witzel

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel Carlos Magno/Governo do Estado do Rio de Janeiro - 26.05.2020

A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio) encaminhou ao STF (Supremo Tribunal Federal), um pedido de reconsideração da liminar concedida pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, que suspendeu o processo de impeachment do governador Wilson Witzel na Casa.

No documento, protocolado no sábado (1º), a Alerj argumenta que tem cumprido a Lei Federal 1.079/50, que regulamenta o julgamento de crimes de responsabilidade. Além disso, ressaltou a interpretação do STF na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 378, que orientou o rito de impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016.

A liminar foi concedida na segunda-feira (27) pelo ministro Dias Toffoli, durante o plantão no recesso do judiciário, e suspendeu a comissão especial da Alerj, que analisa a denúncia contra Witzel. Na decisão, o presidente do STF determinou a formação de um novo colegiado que leve em conta a proporcionalidade das bancadas na Casa.

Agora, com o fim do recesso, o pedido de reconsideração, será analisado pelo relator original do processo, ministro Luiz Fux. De acordo com a Alerj, a comissão foi formada a partir da indicação dos integrantes pelos líderes partidários, o que para a Casa, garante a representação de todas as legendas com assento no legislativo, conforme determina a legislação federal. Para a Alerj, não houve qualquer conflito entre bancadas. O recurso acrescenta que o acórdão do STF sobre o tema afirma que tanto a eleição dos membros da comissão em plenário quanto a indicação pelos líderes atendem aos critérios para a formação do grupo.

Toffoli pede nova comissão para avaliar impeachment de Witzel

A Casa lembrou que na decisão que negou a suspensão do processo, o desembargador Elton Martinez Carvalho Leme, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), aceitou os esclarecimentos prestados pela pela própria Casa e reconheceu que foram observadas todas as exigências legais. A Assembleia Legislativa Casa argumentou ainda que a decisão sobre o afastamento ou não do governador cabe ao conjunto dos deputados em plenário, uma vez que a comissão possui caráter apenas opinativo.

A decisão de entrar com o recurso foi tomada por unanimidade em reunião dos líderes partidários no início da tarde da terça-feira (28). No dia, o presidente da Alerj, deputado estadual André Ceciliano, reafirmou a confiança em tudo o que foi feito na composição da comissão e na definição do rito, que seguiram a legislação. Para o parlamentar, essas medidas determinam a participação de todos os partidos e permitem a formação da comissão por indicação dos líderes. Ceciliano disse ainda que estava garantido o direito à ampla defesa do governador.

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21:07 | Professores do Rio decidem não retomar aulas presenciais

Aulas presenciais não voltarão na segunda-feira, segundo professores
Aulas presenciais não voltarão na segunda-feira, segundo professores Pexel

Professores de escolas particulares do município do Rio de Janeiro decidiram em assembleia virtual neste sábado (1) que não vão retomar as aulas presenciais. A prefeitura liberou o retorno na próxima segunda-feira (3) de forma voluntária, do 4.º ao 9.º ano.

A reunião do SinproRio (Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região) contou com a participação de mais de 500 profissionais, que votaram pela "manutenção da greve pela vida".

A proposta é retomar as aulas presenciais apenas com a garantia das autoridades da área de saúde.

"Não nos negamos a trabalhar, e estamos trabalhando muito no teletrabalho, mas estamos em greve pela vida", afirmou o presidente do Sinpro-Rio, Oswaldo Teles, na abertura da assembleia virtual.

Definição sobre aulas presenciais no ensino privado é adiada no Rio

Ele ainda ressaltou que "em nenhum lugar do mundo, ocorreu retorno às aulas presenciais com o número de contágios e mortes beirando as 100 mil que o Brasil vem sofrendo", segundo comunicado do sindicato.

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retirado do R7.com