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Notícias

04:22 | Morre quarto bombeiro que estava internado no Rio de Janeiro

SAULO ANGELO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro informou que morreu, neste domingo (20), o sargento Rafael Magalhães Frauches Alves, que estava internado, em estado grave. Outros três militares morreram no incêndio em uma casa noturna.

Bombeiro ferido em incêndio de casa noturna é transferido de hospital

O militar também atuou no combate ao incêndio a uma edificação na Rua Buenos Aires, onde ficava uma casa noturna. O militar estava internado no Hospital Central Aristarcho Pessoa. 

Outros três bombeiros também vieram a óbito na mesma ocorrência: Klerton Gonçalves de Araújo, José Pereira de Sá Neto e Geraldo Alves Ribeiro. Eles foram enterrados no sábado (19).

O capitão David Mont`serrat Vieira da Cunha segue recebendo cuidados na unidade hospitalar da corporação. Seu estado é estável.

O capitão Capitão Thiago Agostinho Dias recebeu alta hospitalar.

O Corpo de Bombeiros afirmou que vai abrir uma sindicância para apurar as causas da fatalidade. Equipes de assistentes sociais prestam atendimento aos familiares das vítimas.

A instituição está de luto e se solidariza com parentes, amigos e colegas de farda.

"Nosso pesar e nossa continência a estes militares que morreram cumprindo a valorosa missão que escolheram. Serão lembrados como verdadeiros heróis",   afirmou o comandante-geral da corporação, coronel Roberto Robadey Jr.

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17:34 | Rio: incêndio em boate pode ter iniciado em depósito de descartável

Bombeiros mortos durante o resgate foram enterrados na tarde deste sábado (19)
Bombeiros mortos durante o resgate foram enterrados na tarde deste sábado (19) WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

O incêndio que deixou três mortos na uisqueria Quatro por Quatro no centro do Rio, pode ter começado em um depósito de materiais descartáveis, indicam os depoimentos de testemunhas ouvidas pelo delegado José Luiz Duarte, da 1ª DP do Rio, responsável pela investigação do caso.

Os bombeiros mortos durante o combate ao fogo foram sepultados na tarde deste sábado (19) com honras militares.

Um quarto agente ferido continua internado em estado gravíssimo.

A perícia iniciada pela Polícia Civil no local, na manhã deste sábado, teve que ser interrompida por questões de segurança.

Leia mais: Bombeiros mortos em incêndio inalaram fumaça, diz comandante

“Ainda existe um pequeno foco de fogo, a temperatura está muito alta e o ambiente tem muita fumaça ainda", disse o delegado Duarte a jornalistas ao deixar a boate neste sábado.

O trabalho dos peritos será retomado amanhã, às 9h.

Por enquanto, as causas do incêndio e da morte dos três bombeiros continuam sem resposta.

"Pelo depoimento das testemunhas que ouvimos ontem (sexta-feira) o incêndio teria começado em um depósito de descartáveis, onde havia papéis e talheres de plástico - sem gás ou alguma outra coisa que poderia ter dado início às chamas", explicou o delegado.

Ele foi da perícia para o Instituto Médico Legal (IML) onde teria acesso à conclusão dos laudos com a causa da morte das vítimas.

De acordo com a corporação, as vítimas são o 2º sargento Geraldo Ribeiro e os cabos José Pereira e Klerton de Araújo.

O vice-governador do Rio, Claudio Castro, e o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey, estiveram nos velórios das vítimas, neste sábado, em cemitérios das zonas oeste e central do Rio.

O comandante voltou a dizer que os equipamentos usados pela equipe que atuou no incêndio eram novos e modernos, mas revelou que as vítimas tinham as vias aéreas queimadas, embora carregassem máscaras.

"Todos estavam com a máscara. Vamos apurar se estavam com a máscara colocada no rosto, pelo fato de estarem com as vias aéreas queimadas. Provavelmente eles estavam sem máscara em algum momento para chegar a esse ponto. Isso será objeto da apuração mais para frente", disse Robadey.

Na sexta-feira, o comandante Robadey explicou que os bombeiros mortos e feridos inalaram muita fumaça.

Os militares, segundo ele, teriam sido sufocados porque o imóvel, antigo, tinha muitas divisórias, o que dificultou a saída rápida.

Questionado se houve erro no procedimento de segurança, o vice-governador Cláudio Castro disse ser incomum que quatro ou cinco profissionais tenham errado o protocolo ao mesmo tempo.

"Qualquer coisa (que se diga) antes de sair o resultado da sindicância, da autópsia, é suposição", afirmou Castro.

Mais cedo o Corpo de Bombeiros confirmou que dos outros três integrantes da corporação que precisaram de socorro médico, dois continuam hospitalizados: o capitão Davi Mont’Serrat e o sargento Magalhães, que está em estado gravíssimo. Ambos estão no Hospital Central Aristarcho Pessoa, hospital da corporação.

O capitão Thiago Agostinho Dias recebeu alta hoje pela manhã.

"O Magalhães nos preocupa ainda, mas está no nosso hospital, aos nossos cuidados", disse Robadey.

O fogo começou por volta das 11h30 de sexta-feira, 18. O antigo casarão onde funcionava a Quatro por Quatro - que se apresentava como “spa para homens” e tinha muitas funcionárias mulheres -, estava vazio, e o fogo foi rapidamente controlado num primeiro momento.

A Rua Buenos Aires, no trecho entre a Avenida Rio Branco e a Rua da Quitanda, foi interditada pelos bombeiros, e os prédios ao lado, evacuados. A fumaça tomou a Avenida Rio Branco, e ruas próximas.

O incêndio envolveu a região em fumaça, que chegou à Igreja da Candelária. O tráfego do VLT chegou a ser parcialmente interrompido.

Na manhã deste sábado a área continuava interditada pela Defesa Civil na altura da Quatro por Quatro, no número 44. Dois carros do Corpo de Bombeiros e uma ambulância permaneciam posicionados no local. Responsável por apurar as condições estruturais do imóvel, a Defesa Civil também montou uma tenda no local.

“Começou um pouco antes do meio-dia. Só via fumaça, o pessoal saindo correndo e depois os bombeiros chegando. Eles chegaram rápido. Mais tarde vimos alguns bombeiros saindo chorando, outros passando mal. Foi bem triste”, afirmou João Batista, que trabalha como porteiro em um prédio vizinho à boate há cinco anos.

O Corpo de Bombeiros abriu uma sindicância em paralelo à investigação da Polícia Civil para tentar esclarecer o caso. Cerca de 70 militares de 14 unidades participaram do combate às chamas e evacuação das vítimas, com apoio de 30 viaturas.

Extraoficialmente, em grupos de bombeiros em redes sociais, circulou a versão de que o fogo já estava controlado, na fase de rescaldo e, por isso, os soldados circulavam no prédio sem equipamento de proteção.

Segundo essa versão, teria havido uma explosão por gás, o que o Corpo de Bombeiros não mencionou.

Nas proximidades, não foi ouvido barulho de detonação ao longo do dia.

Outra versão destacava que a queima de material de isolamento acústico teria gerado gases tóxicos.

Trabalhadores das empresas que funcionavam nas imediações permaneceram no local para acompanhar o trabalho dos agentes contras as chamas.

Quatro caminhões e outros três veículos dos Bombeiros foram mobilizados para apagar o incêndio.

Depois do incidente que resultou nas mortes, a fumaça negra aumentou, indicando que o fogo aumentara.

O Corpo de Bombeiros informou que a boate tinha alvará de funcionamento e estava com a documentação em dia.

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), decretou luto de três dias no Estado.

"Quero manifestar meu pesar. Foram heróis que perderam suas vidas cumprindo o seu dever. Ordenei rigorosa apuração de todos os fatos que ocorreram durante o combate ao incêndio e que resultaram nesta tragédia. Presto solidariedade às famílias das vítimas. Que Deus os receba e abençoe", disse o governador em nota oficial.

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17:02 | Rio inaugura maior roda-gigante da América Latina em novembro

Estrutura da roda gigante já está montada  na zona portuária do Rio de Janeiro
Estrutura da roda gigante já está montada na zona portuária do Rio de Janeiro Tânia Rêgo/Agência Brasil

A montagem da estrutura metálica que já se destaca na paisagem da zona portuária do Rio de Janeiro terminou na semana passada, e técnicos do país asiático agora trabalham na finalização elétrica e hidráulica da atração, que receberá seus primeiros visitantes na segunda quinzena de novembro.

Foram três carregamentos de navio para trazer todo o material da Roda Gigante Rio Star da China.

O projeto nasceu de uma licitação da Prefeitura do Rio de Janeiro para a construção de um parque temático na região, próxima do Aquário do Rio de Janeiro.

Leia também: Rio: incêndio em boate pode ter iniciado em depósito de descartável

Diretor executivo da FW Investimentos, holding que administra a Rio Star, Fábio Bordini, conta que a obra começou em dezembro do ano passado, e o maior desafio foi "tropicalizar" a Roda Gigante, 100% encomendada na China.

"Fomos para a China com nossos engenheiros e especificamos como deveria ser a estruturação toda, para que ela viesse para o Brasil preparada para a questão da maresia, situação do mar, tipo de aço. Tudo isso foi feito anteriormente", diz o executivo.

A roda-gigante Rio Star será a maior da América Latina, com 88 metros de altura, e a volta completa vai durar 15 minutos.

O público se acomodará em 54 gôndola [cabine] com capacidade para até oito passageiros, e os passeios vão ocorrer das 10h às 18h, com a possibilidade de horário estendido na alta temporada.

Ao revelar as promoções, Bordini promete que haverá preços especiais para cariocas, que devem ser parte importante do público, estimado em 3 mil pessoas por dia. Fazendo as contas, são cerca de 1 milhão de pessoas por ano.

"Acredito muito que o público carioca vai abraçar a roda gigante, que vai querer vir conhecer e ter essa visão a 88 metros de altura", diz ele.

Os ingressos vão custar R$ 59, mas quem comprar pela internet terá R$ 10 de desconto.

Na primeira fase de operação, entre novembro e a primeira quinzena de dezembro só serão vendidos ingressos na bilheteria.

Somente após a inauguração oficial, marcada para dezembro, será possível fazer a compra antecipada pela internet.

Empregos diretos
Nos próximos dias, a roda gigante será repintada, para cobrir danos causados no acabamento pela viagem de navio.

Também estão em fase de conclusão a construção do restaurante, da sede administrativa e da loja de souvenirs, que vão compor o complexo.

O primeiro giro da estrutura deve acontecer nos próximos 10 dias, entre 25 e 30 de outubro. 

A Rio Star deve gerar 60 empregos diretos e mais 60 indiretos, e parte dessas vagas foi reservada para moradores da região, especialmente do Morro da Providência, que é vizinho da atração turística.

Uma fila se formou na Estação Gamboa do Teleférico da Providência na semana retrasada, e mais de 900 pessoas se cadastraram para concorrer às vagas, que incluem atendimento ao cliente, caixa, vendedor de loja e gastronomia.

A parte das vagas ligada à operação técnica da roda gigante já está preenchida por profissionais que acompanham a execução do projeto.

O presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp), Tarquínio de Almeida, afirma que a expectativa para a inauguração é a melhor possível, porque a Rio Star se tornou um atrativo para intenções de negócios e eventos na região.

A companhia representa a prefeitura na gestão urbana da região do porto, que é concedida à Concessionária Porto Novo.

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16:48 | Ernani Alves faz aniversário e recebe surpresa no palco do Cidade Alerta Rio

Ernani Alves faz aniversário e recebe surpresa no palco do Cidade Alerta Rio

O apresentador Ernani Alves faz aniversário neste sábado (19) e foi alvo de uma bela surpresa no paloc do Cidade Alerta Rio de Janerio. Além de um bolinho e da presença da família, Ernani também recebeu os parabéns de autoridades do Rio de Janeiro e da equipe da Record TV Rio.

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16:36 | RJ: após incêndio, Defesa Civil deve fazer vistoria em prédios vizinhos à casa noturna

RJ: após incêndio, Defesa Civil deve fazer vistoria em prédios vizinhos à casa noturna

A Defesa Civil do Rio de Janeiro fará nos próximos dias uma vistória na casa noturna que pegou fogo na última sexta-feira (18), no centro da cidade. Os prédios vizinhos ao imóvel também serão alvo de fiscalização do órgão em busca de comprometimentos na estrutura causados pelo fogo.

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16:01 | Estudante suíça desaparecida no Rio é encontrada em São Paulo

Alyssa, de 15 anos, foi encontrada em São Paulo
Alyssa, de 15 anos, foi encontrada em São Paulo Reprodução/Record TV

A estudante suíça que desapareceu na última terça-feira (15), no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro, foi encontrada na noite da última sexta-feira (18), em São Paulo. Alyssa Mischler, de 15 anos, estava de férias na casa da família no Brasil há cerca de quatro meses.

De acordo com a irmã de Alyssa, Gabriela Mischler, a estudante suíça já voltou ao Rio de Janeiro e está na companhia do pai e da mãe.

“Com muita alegria eu comunico que Alyssa está bem e está comigo, meu pai e mãe dela. Ela está em família no Rio de Janeiro. Agradeço imensamente por toda ajuda e apoio que recebemos ao longo desses dias tão difíceis. Não tenho palavras pra descrever toda essa comoção gerada em torno de nossa família.”

As razões pela qual Alyssa desapareceu ainda são desconhecidas. Gabriela, nas redes sociais, declarou que em breve a família daria maiores explicações sobre o caso.

“Gostaria de pedir para respeitarem esse momento inicial em família. Quando soubermos e entendermos melhor o que aconteceu iremos nos pronunciar”, concluiu a irmã de Alyssa.

Polícia diz que patinetes elétricos roubados são trocados por drogas

Imagens de câmera de segurança do prédio onde a família de Alyssa mora mostraram a garota saindo na tarde de terça sem mochila ou qualquer tipo de mala. O celular da estudante foi encontrado na rodoviária Novo Rio, região central do Rio, por um funcionário do local.

A família de Alyssa não divulgou se a jovem foi encontrada com sinais de violência ou algum tipo de ferimento. A DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros) apura as circunstâncias do caso.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Odair Braz Jr.

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retirado do R7.com